Num mundo tão acelerado em que vivemos, esquecemos muitas vezes que precisamos de momentos de desconexão, momentos de pausa e de descanso.
Esses momentos, tão importantes para nós, devem acontecer de livre vontade e não porque temos tempo livre. Eles devem acontecer sempre que necessitarmos de paz, se possível todos os dias. Nem que sejam apenas cinco ou dez minutos.
O que fazer nesses momentos de pausa? Eles devem ser aproveitados para refletir, para olhar para o nosso interior e ver que, afinal, somos pessoas maravilhosas. Facto, que por vezes esquecemos e entramos em depressão, em baixa auto-estima, etc.
Nesses momentos de reflexão, também podemos analisar o que é que no mundo lá fora nos afeta, nos faz mal. Serão pessoas?, serão objetos? serão certas rotinas? ou será, tão simplesmente, aquele espaço cheio de tralha, daquela tralha que não precisamos nunca mais e que cada vez vai ganhando mais volume?
Pois bem, seja o que for, devemos arregaçar as mangas e por mãos à obra. E começar a destralhar. Só o facto de eliminar algo que está simplesmente a ocupar espaço, já nos dá uma sensação de alívio, de leveza. Refiro-me a objetos, mas aplica-se a tudo na vida.
Deixo a dica, hoje em Dia da Liberdade.
Tome a liberdade de deitar fora o que lhe faz mal.
Um pouco mais de mim, do meu estilo de vida, da minha forma de ser e estar na vida. Um prolongamento do meu interior. Com alguma formação na área da Nutrição e Dietética, pretendo ajudar as pessoas a alimentarem-se melhor e a perder algum peso em excesso de forma saudável, sem passar fome e sem medicamentos.
terça-feira, 25 de abril de 2017
domingo, 23 de abril de 2017
Singularidades de uma mulher... como eu!
Há mulheres e mulheres. Assim como há homens e homens!
Hoje vou falar-vos de um tipo de mulher, como eu, com as suas singularidades.
Sou duma geração como tantas outras mulheres, no entanto, tenho consciência que ao longo dos anos (já tenho meio século) apenas aperfeiçoei algumas coisas em relação aos meus pais. Fiz algumas (muitas) alterações, mas mantive-me fiel ao princípio que ainda hoje defendo e pratico, ou seja, a mulher transmite amor. Amor de mãe, amor de filha, amor romântico.
Que atualizações fiz em relação ao tempo dos meus pais, perguntam vocês?
Pois bem, no tempo dos meus pais, o homem é que mandava lá em casa, era quem geria o dinheiro (a mulher nem sabia contar o dinheiro, muitas vezes!). O homem trabalhava fora e a mulher ficava em casa a cuidar dos filhos (quase sempre muitos filhos!)
Hoje não é assim. Homem e mulher trabalham fora, e ambos cuidam das finanças da casa.
No meu caso, a maior parte da gestão da casa está por minha conta. Sou, portanto, a gestora do meu lar. E também sou governanta (com muito prazer!).
Não tenho empregada, por opção.
Apesar de ter dias em que a organização da casa deixa muito a desejar, prezo muito a minha privacidade e gosto de ser eu a arrumar as minhas coisas.
Atualmente há mulheres que lutam pela igualdade de direitos e eu também não me excluo. É claro que defendo que homens e mulheres devem ter os mesmos direitos. Só não concordo é que uma mulher deixe de fazer certas coisas e espere que seja o marido a fazê-lo só porque sim.
Felizmente fui habituada a fazer de tudo um pouco desde cedo. Tinha o sonho de casar para ter as minhas coisas, a minha família, e cuidar dela tão bem (ou ainda melhor) como os meus pais o fizeram. Desde cedo aprendi a fazer a comida, a lavar a roupa, a passar a ferro e agradeço aos meus pais pela educação que me deram. Nunca tive necessidade, muito menos vaidade, de ter empregada.
Casei e tive filhos (duas filhas). Apesar de muitas vezes chegar ao fim do dia exausta, tudo o que fazia era (e ainda é!) com amor.
As filhas cresceram, o trabalho continua. Algum é necessário e urgente, outro, nem por isso e eu continuo a fazê-lo. Ainda hoje, preparei o pequeno-almoço para a filha mais nova, que já conta com 18 anos. Se me custou? Absolutamente nada, pelo contrário. Fui eu que me ofereci para o fazer.
Sou uma mulher de hoje, mas com uma educação do passado, com bons princípios.
Espero que as minhas filhas tenham absorvido bem esses princípios.
Hoje vou falar-vos de um tipo de mulher, como eu, com as suas singularidades.
Sou duma geração como tantas outras mulheres, no entanto, tenho consciência que ao longo dos anos (já tenho meio século) apenas aperfeiçoei algumas coisas em relação aos meus pais. Fiz algumas (muitas) alterações, mas mantive-me fiel ao princípio que ainda hoje defendo e pratico, ou seja, a mulher transmite amor. Amor de mãe, amor de filha, amor romântico.
Que atualizações fiz em relação ao tempo dos meus pais, perguntam vocês?
Pois bem, no tempo dos meus pais, o homem é que mandava lá em casa, era quem geria o dinheiro (a mulher nem sabia contar o dinheiro, muitas vezes!). O homem trabalhava fora e a mulher ficava em casa a cuidar dos filhos (quase sempre muitos filhos!)
Hoje não é assim. Homem e mulher trabalham fora, e ambos cuidam das finanças da casa.
No meu caso, a maior parte da gestão da casa está por minha conta. Sou, portanto, a gestora do meu lar. E também sou governanta (com muito prazer!).
Não tenho empregada, por opção.
Apesar de ter dias em que a organização da casa deixa muito a desejar, prezo muito a minha privacidade e gosto de ser eu a arrumar as minhas coisas.
Atualmente há mulheres que lutam pela igualdade de direitos e eu também não me excluo. É claro que defendo que homens e mulheres devem ter os mesmos direitos. Só não concordo é que uma mulher deixe de fazer certas coisas e espere que seja o marido a fazê-lo só porque sim.
Felizmente fui habituada a fazer de tudo um pouco desde cedo. Tinha o sonho de casar para ter as minhas coisas, a minha família, e cuidar dela tão bem (ou ainda melhor) como os meus pais o fizeram. Desde cedo aprendi a fazer a comida, a lavar a roupa, a passar a ferro e agradeço aos meus pais pela educação que me deram. Nunca tive necessidade, muito menos vaidade, de ter empregada.
Casei e tive filhos (duas filhas). Apesar de muitas vezes chegar ao fim do dia exausta, tudo o que fazia era (e ainda é!) com amor.
As filhas cresceram, o trabalho continua. Algum é necessário e urgente, outro, nem por isso e eu continuo a fazê-lo. Ainda hoje, preparei o pequeno-almoço para a filha mais nova, que já conta com 18 anos. Se me custou? Absolutamente nada, pelo contrário. Fui eu que me ofereci para o fazer.
Sou uma mulher de hoje, mas com uma educação do passado, com bons princípios.
Espero que as minhas filhas tenham absorvido bem esses princípios.
terça-feira, 28 de março de 2017
Balanço do mês de março
Não foi um mês nada normal, antes pelo contrário.Aconteceram coisas boas, coisas muito boas, mas também aconteceram coisas menos boas.
Algumas aflições, felizmente ultrapassadas, atrapalharam o meu estado de espírito habitual.
Ainda assim, ou não fosse eu uma pessoa otimista, posso dizer que o balanço foi positivo.
Apesar dos sobressaltos, de algumas correrias e de alguma ansiedade, chego à última semana do mês com esperança no futuro, com alegria e com uma vontade cada vez maior de viver e de aproveitar cada minuto.
Viver o amor com muita intensidade, viver com a família num ambiente de paz, viver com os amigos em harmonia, ajudar quem mais precisa e viver para ser feliz e fazer feliz quem nos ama é realmente o que mais importa para mim.
Venha abril com a mesma intensidade.
sexta-feira, 24 de março de 2017
Ai sexta-feira!
Eu e as sextas-feiras temos uma relação muito especial. Não sei bem explicar a razão, só sei que neste dia eu me sinto quase sempre diferente, para melhor, claro. Sinto mais alegria, sinto mais confiança, sinto vontade de rir, de conversar, de trabalhar, de fazer planos.
No fundo, o que eu sinto é uma enorme vontade de viver que vai para além do habitual e, portanto,neste dia, cada minuto é sempre aproveitado para fazer algo de importante, útil e produtivo.
Mais agradável ou menos agradável, a verdade é que tudo o que é iniciado numa sexta-feira tem que ser concluído nesse dia. Nem que, para isso, se acelere mais um bocadinho.
Esta sou eu a iniciar uma sexta-feira que, embora chuvosa e muito fria, me enche de alegria!
segunda-feira, 13 de março de 2017
Momento de reflexão
«Cada dia é uma nova chance para mudar algo na sua vida!»Todos nós temos consciência da necessidade de mudar algo na nossa vida... mas, por vezes, vamos adiando, adiando, adiando...
Nunca é tarde para mudar... Comece hoje por mudar algo!
Pense nisso...
Eu já pensei, e a mudança acontece todos os dias!
Resultado: Ser feliz!
domingo, 5 de março de 2017
Dicas de organização pessoal
E como o prometido é devido, hoje venho recordar-vos algumas dicas de organização pessoal, que publiquei há já algum tempo, e que não devemos descurar se queremos aproveitar bem o tempo e fazê-lo valer a pena:
Organização pessoal - Dicas 1
Organização pessoal - Dicas 2
Organização pessoal - Dicas 3
Organização pessoal - Dicas 4
Organização pessoal - Dicas 5
Organização pessoal - Dicas 6
Organização pessoal - Dicas 7
Organização pessoal - Dicas 1
Organização pessoal - Dicas 2
Organização pessoal - Dicas 3
Organização pessoal - Dicas 4
Organização pessoal - Dicas 5
Organização pessoal - Dicas 6
Organização pessoal - Dicas 7
sexta-feira, 3 de março de 2017
Tempo para tudo, é possível?
Claro que sim! Desde que não se queira fazer tudo no mesmo dia, na mesma hora, no mesmo instante. O mesmo é dizer que deverá haver o máximo de organização nas tarefas que se tem para fazer, sendo de extrema importância a priorização das mesmas.Em síntese, ser organizado ou desorganizado é uma questão de hábito.
Há pessoas que dizem que não fazem a cama de manhã porque não têm tempo ou não tomam o pequeno-almoço em casa por falta de tempo. Enfim, na minha opinião são desculpas e demonstram uma completa desorganização.
Nos próximos dias irei partilhar convosco algumas dicas de como aproveitar o tempo e fazê-lo "esticar", de forma a conseguir-se fazer tudo o que é essencial.
Fique atento(a)!
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