sábado, 25 de julho de 2015

Velharias ou Relíquias

Quem me conhece, sabe que eu, de vez em quando, inicio uma operação de destralhamento cá em casa. Roupas, calçado, acessórios, e muitas mais coisas.
Numa dessas operações, estava eu entusiasmadíssima com a "limpeza" de certos espaços cá de casa, quando me deparo com algo que me fez parar. Numa estante da sala havia ainda uma coleção inteira de cassetes VHS sobre As Grandes Civilizações. Uma autêntica relíquia e, por essa razão, nunca me irei desfazer dela. Apesar de já não ter um leitor de cassetes VHS, não será por isso que elas vão desaparecer. 
Sei que existem conversores de VHS para DVD e acho que é isso mesmo que irei fazer. No entanto, estas cassetes vão continuar por cá, mas desta vez num espaço próprio no sótão para "Relíquias".
Por vezes, nestas operações de destralhamento, há pessoas que deitam fora pedaços de história. Neste tipo de coisas, tenho sempre alguma resistência. Apenas me liberto de objetos que não marcam nenhuma época e são perfeitamente dispensáveis.
Quando já temos uma determinada idade, começamos a pensar mais dessa forma. Se temos espaço em casa, podemos criar uma espécie de "museu". Se, pelo contrário, vivemos numa casa pequena, temos mesmo denos desfazer desse tipo de objetos. Mas deitar fora não me parece a melhor solução. Existem casas próprias que expõem e comercializam objetos antigos.


sexta-feira, 17 de julho de 2015

Férias fora de casa - o que levar?

Esta é uma pergunta que parece ridícula mas, na verdade, não é tanto assim.
Isto porque existem pessoas que, mesmo que saiam de férias, não conseguem separar-se de mil e uma coisas e, portanto, torna ainda mais difícil na hora de fazer as malas. Há também aquelas pessoas que não pensam em nada e acabam por partir sem levar até as coisas mais essenciais.
O conselho que costumo dar, em qualquer dos casos, é que planeiem com tempo o que vão fazer durante as férias para, assim também, saberem o que levar e o que não esquecer nunca.
Roupa.... roupa é essencial, mas também não é preciso levar a casa às costas. Não esquecer a roupa interior! Por vezes, dá-se prioridade aos conjuntos de roupa exterior e esquecemos a mais essencial, a interior.
Calçado... confortável, de preferência,  e apenas um ou dois pares. Férias são férias e devemos dar descanso aos nossos pés também!
Livros... impensável, no meu caso, ir para férias sem levar um conjunto de livros para ler! Fazem sempre parte da minha bagagem.
Telemóvel... Bem, se eu pudesse não levar, adoraria, mas por questões familiares, não me posso esquecer, nem do telemóvel nem do carregador!
Protetor solar... vá ou não a praia, o protetor solar não deve ser esquecido.
Chapéu e óculos de sol... pois também não convém nada esquecer.
Uma toalha de praia, para o caso de ir para a praia.
Dinheiro... não devemos ir para férias sem dinheiro na carteira ou, pelo menos, um cartão com saldo, claro! Fazer férias sem dinheiro, é dos disparates maiores que alguém pode fazer (e, infelizmente, ainda existem pessoas que o fazem...) Pessoalmente, faço um mealheiro ao longo do ano para gastar nas férias. Foi das melhores práticas da minha vida, em termos de programação de férias e escapadelas. Com isso, tenho usufruído excelentes momentos em família.
Além disto que eu referi, costumo levar para as férias um sorriso e a vontade de descansar, de namorar, de arrumar as ideias e carregar baterias para o resto do ano.

E os meus leitores, o que costumam levar para férias?


quarta-feira, 1 de julho de 2015

Um dia de cada vez...

Este tem sido o meu lema dos últimos tempos.
Cada dia é diferente do outro e, portanto, cheguei à conclusão de que não vale a pena desenhar muito ao pormenor o dia seguinte.
Não deixei de fazer planos para o futuro mas, na verdade, são planos. Tudo farei para os concretizar, contudo deixei de ficar obcecada com a sua concretização.
A nossa vida flui da forma como nós a conduzimos, é uma certeza, mas por vezes, há aquelas contrariedades que nos tiram o lugar do piloto e que nos obrigam a comportar e a agir como o outro quer ou de acordo com as circunstâncias.
Isto para dizer que de nada vale tentarmos controlar a nossa vida ao segundo com tarefas e mais tarefas quando, de uma hora para a outra, o nosso dia se altera e tudo fica por fazer, ou, pelo menos, deixa de ser feito como nós idealizámos. Tudo aquilo que era importante e urgente perde a sua urgência e a importância naquele momento.
Por isso, o meu lema é viver o hoje da melhor forma possível, aproveitar o que de melhor tem o dia e agir da mesma forma no dia seguinte.