domingo, 14 de maio de 2017

Pensamento do dia

«O que somos é consequência do que pensamos». Buda

Se assim é, está na hora de eliminar todos os pensamentos negativos, nocivos para a nossa saúde.
Se assim é, vamos pensar positivo, vamos pensar com fé e, sobretudo, com motivação.
Para vos ajudar, sugiro a leitura do fantástico livro de Rute Caldeira: «Liberta-te de pensamentos tóxicos»

quarta-feira, 10 de maio de 2017

O amor

O que é o Amor?
Podemos definir o Amor?
Não! De forma nenhuma!
O Amor não se define. O Amor vive-se!
O Amor alimenta-se todos os dias.
Engane-se aquele ou aquela que ainda está à procura de um amor ideal, romântico, daqueles que apenas vemos nos filmes e nas telenovelas. Isso é ficção!
Ainda há essa ilusão e, talvez por isso, muitos pensam ter conhecido a tal pessoa, e, quando confrontados com a realidade, com o quotidiano, percebem que afinal o amor por si só não existe. O que existe é uma atração, muitas vezes física, que, se não tiver a nossa dedicação diária, se esvai em pouco tempo.
O amor real (não o idealizado!) precisa de dedicação, de aprendizagem, de escolhas.
Não há duas pessoas iguais e, como tal, temos de aprender a conhecer melhor o outro e ver o que precisamos de melhorar em nós (não transformar o outro!)
O amor real precisa de comunicação.
Comunicar significa falar mas também saber ouvir. E como é difícil ouvir o outro!Não só é difícil ouvir o outro como admitir quando se está errado.
Por isso é tão difícil definir o Amor.
Conhecer o outro é fundamental para viver esse amor.
Quando conseguimos adivinhar ou perceber as necessidades do outro sem que este nos diga nada, então é porque conhecemos bem essa pessoa. Estamos prontos/as para viver esse amor.
Quanto maior for a dedicação, a atenção e a capacidade para ouvir o outro, mais facilmente se consegue viver esse amor.
Fico triste quando vejo casais separarem-se ao fim de pouco tempo de vida em conjunto. Falhou aqui a dedicação, a aceitação, o saber ouvir. Ficou tanto por descobrir!...
Descobrir e viver o amor é das sensações mais belas da vida.
Este texto de hoje foi escrito com o coração, baseado numa realidade que a maioria dos casais vive ou viveu, e é dedicado a todas as pessoas que pensam que o amor nasce do nada. 
O amor está em nós e deve ser alimentado todos os dias por forma a fazer com que dure para sempre.
Falo também com base na minha experiência, com um casamento de quase trinta anos, com altos e baixos como é natural, mas com uma dedicação mútua diária imensa e imprescindível. 






segunda-feira, 1 de maio de 2017

Coma doces sem engordar...

Apetece-lhe um doce mas tem medo de engordar? Não tenha.
Hoje vou partilhar convosco uma das variadíssimas receitas que poderá fazer e comer quando lhe der aquela vontade de uma coisa doce.
Coma sem culpa estes queques de maçã. Não têm açúcar, mas são doces, não têm farinha, mas também não precisam, não têm ovos, mas são deliciosos.
Aqui vai a receita:
Descasque e corte às tirinhas fininhas duas maçãs.
Junte uma chávena média de flocos de aveia, um iogurte natural, 2 colheres de sopa de coco ralado e um colher de chá de canela em pó.
Misture tudo muito bem com um garfo, até amolecer os flocos de aveia.
Coloque o preparado em forminhas de silicone e leve ao forno a 180 graus, durante 20 minutos ou até ficarem douradinhos.
Os meus ficaram húmidos por causa da maçã e ao mesmo tempo crocantes.
Deliciosos!



Bem vindo, mês de maio!

É o meu mês favorito, por variadíssimas razões.
É o mês da poesia, do amor, das flores, das noivas, do coração...é o mês de Maria.
Eu nasci em maio, e essa é também uma razão para festejar.
Tudo parece perfeito no mês de maio. Aos meus olhos, claro.
Sou uma pessoa organizada, mas não sou perfeita e por vezes desleixo-me como acontece a praticamente toda a gente. Principalmente nos meses mais frios. (Não lido muito bem com temperaturas baixas). Mas no mês de maio, esse meu jeito de organizar toma novos contornos e é levado muito mais a sério e com muito mais prazer e imaginação.
Aproximam-se novidades, que eu espero sejam boas.
Que o mês de maio seja um mês de vitórias para todos.
No final do mês será feito um balanço.

terça-feira, 25 de abril de 2017

Em Dia da Liberdade, seja livre!

Num mundo tão acelerado em que vivemos, esquecemos muitas vezes que precisamos de momentos de desconexão, momentos de pausa e de descanso.
Esses momentos, tão importantes para nós, devem acontecer de livre vontade e não porque temos tempo livre. Eles devem acontecer sempre que necessitarmos de paz, se possível todos os dias. Nem que sejam apenas cinco ou dez minutos.
O que fazer nesses momentos de pausa? Eles devem ser aproveitados para refletir, para olhar para o nosso interior e ver que, afinal, somos pessoas maravilhosas. Facto, que por vezes esquecemos e entramos em depressão, em baixa auto-estima, etc.
Nesses momentos de reflexão, também podemos analisar o que é que no mundo lá fora nos afeta, nos faz mal. Serão pessoas?, serão objetos? serão certas rotinas? ou será, tão simplesmente, aquele espaço cheio de tralha, daquela tralha que não precisamos nunca mais e que cada vez vai ganhando mais volume?
Pois bem, seja o que for, devemos arregaçar as mangas e por mãos à obra. E começar a destralhar. Só o facto de eliminar algo que está simplesmente a ocupar espaço, já nos dá uma sensação de alívio, de leveza. Refiro-me a objetos, mas aplica-se a tudo na vida.
Deixo a dica, hoje em Dia da Liberdade.
Tome a liberdade de deitar fora o que lhe faz mal.

domingo, 23 de abril de 2017

Singularidades de uma mulher... como eu!

Há mulheres e mulheres. Assim como há homens e homens!
Hoje vou falar-vos de um tipo de mulher, como eu, com as suas singularidades.
Sou duma geração como tantas outras mulheres, no entanto, tenho consciência que ao longo dos anos (já tenho meio século) apenas aperfeiçoei algumas coisas em relação aos meus pais. Fiz algumas (muitas) alterações,  mas mantive-me fiel ao princípio que ainda hoje defendo e pratico, ou seja, a mulher transmite amor. Amor de mãe, amor de filha, amor romântico.
Que atualizações fiz em relação ao tempo dos meus pais, perguntam vocês?
Pois bem, no tempo dos meus pais, o homem é que mandava lá em casa, era quem geria o dinheiro (a mulher nem sabia contar o dinheiro, muitas vezes!). O homem trabalhava fora e a mulher ficava em casa a cuidar dos filhos (quase sempre muitos filhos!)
Hoje não é assim. Homem e mulher trabalham fora, e ambos cuidam das finanças da casa.
No meu caso, a maior parte da gestão da casa está por minha conta. Sou, portanto, a gestora do meu lar. E também sou governanta (com muito prazer!).
Não tenho empregada, por opção. 
Apesar de ter dias em que a organização da casa deixa muito a desejar, prezo muito a minha privacidade e gosto de ser eu a arrumar as minhas coisas.
Atualmente há mulheres que lutam pela igualdade de direitos e eu também não me excluo. É claro que defendo que homens e mulheres devem ter os mesmos direitos. Só não concordo é que uma mulher deixe de fazer certas coisas e espere que seja o marido a fazê-lo só porque sim.
Felizmente fui habituada a fazer de tudo um pouco desde cedo. Tinha o sonho de casar para ter as minhas coisas, a minha família, e cuidar dela tão bem (ou ainda melhor) como os meus pais o fizeram. Desde cedo aprendi a fazer a comida, a lavar a roupa, a passar a ferro e agradeço aos meus pais pela educação que me deram. Nunca tive necessidade, muito menos vaidade, de ter empregada.
Casei e tive filhos (duas filhas). Apesar de muitas vezes chegar ao fim do dia exausta, tudo o que fazia era (e ainda é!) com amor.
As filhas cresceram, o trabalho continua. Algum é necessário e urgente, outro, nem por isso e eu continuo a fazê-lo. Ainda hoje, preparei o pequeno-almoço para a filha mais nova, que já conta com 18 anos. Se me custou? Absolutamente nada, pelo contrário. Fui eu que me ofereci para o fazer.
Sou uma mulher de hoje, mas com uma educação do passado, com bons princípios.
Espero que as minhas filhas tenham absorvido bem esses princípios.




terça-feira, 28 de março de 2017

Balanço do mês de março

Não foi um mês nada normal, antes pelo contrário.
Aconteceram coisas boas, coisas muito boas, mas também aconteceram coisas menos boas.
Algumas aflições, felizmente ultrapassadas, atrapalharam o meu estado de espírito habitual.
Ainda assim, ou não fosse eu uma pessoa otimista, posso dizer que o balanço foi positivo.
Apesar dos sobressaltos, de algumas correrias e de alguma ansiedade, chego à última semana do mês com esperança no futuro, com alegria e com uma vontade cada vez maior de viver e de aproveitar cada minuto.
Viver o amor com muita intensidade, viver com a família num ambiente de paz, viver com os amigos em harmonia, ajudar quem mais precisa e viver para ser feliz e fazer feliz quem nos ama é realmente o que mais importa para mim.
Venha abril com a mesma intensidade.


sexta-feira, 24 de março de 2017

Ai sexta-feira!

Eu e as sextas-feiras temos uma relação muito especial. Não sei bem explicar a razão, só sei que neste dia eu me sinto quase sempre diferente, para melhor, claro. 
Sinto mais alegria, sinto mais confiança, sinto vontade de rir, de conversar, de trabalhar, de fazer planos.
No fundo, o que eu sinto é uma enorme vontade de viver que vai para além do habitual e, portanto,neste dia, cada minuto é sempre aproveitado para fazer algo de importante, útil e produtivo.
Mais agradável ou menos agradável, a verdade é que tudo o que é iniciado numa sexta-feira tem que ser concluído nesse dia. Nem que, para isso, se acelere mais um bocadinho.
Esta sou eu a iniciar uma sexta-feira que, embora chuvosa e muito fria, me enche de alegria!